Indico aos amigos leitores do Canal Aberto, a leitura dos blogs de dois amigos meus.
um é o "pitaculo" - dito o feito do meu amigo Werton Santos, e o outro é o "drops de sanidade" do meu amigo Célio Lima.
boa leitura!!!!!!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Programa de Carlos Moreira?
Essa que eu li no blog do amigo Célio Lima, eu não podia deixar de postar por ser muito engraçado, leiam e divirtam-se!
Vi um pedaço, no site "Rapadura", daquilo que alguns teimarão em chamar de programa de televisão. Engraçado, sempre achei que Márcio Passos tivesse um grau de carinho e companheirismo para com Carlos Moreira. Ter postado a fração do "programa" deixou-me com sérias dúvidas a respeito. Às vezes, o melhor que podemos fazer por um amigo é não incentivar seus passos equivocados.
Vou resumir: dura três meses com o formato da coisa tosca que vi, se algum milagre resolver acontecer. E se uma hecatombe de proporções gigantescas resolver dar as caras, talvez dure seis meses.
O que importa realmente é: sem aporte financeiro urgente e vultoso, nem o carisma de Carlos Moreira nem a devoção de seus admiradores mais fervorosos será capaz de manter o bagre engraxado no ar.
Primeiro porque telespectador nenhum, em nossos dias atuais, resiste às gargalhadas enquanto observa tapumes de plástico e ripas aparentes em qualquer cenário. Segundo porque o telespectador espera por um cenário, a bem da verdade. Terceiro porque uma fórmula de programa que deu certo nos anos 70 e 80 não dará certo agora. Nem o programa Apolo, que levou o homem à Lua, está dando certo em sua reedição por parte dos Estados Unidos. Os tempos são outros.
Torço para que aquele aporte de recursos aconteça. Não para que uma fórmula velha seja requentada ao ponto de fazer sucesso. Fará nenhum. Mas para que o mico não se transforme em um gorila para ser pago. E porque pessoas de bem estão envolvidas no processo de criação e veiculação do Troll. Elas não merecem a saia justa.
Agenda Oculta? Várias. 1 - Ainda bem que não vejo TV com frequencia. 2 - Melhor ainda não ver a TV aberta há tempos, a programação não presta. 3 - Agora sei porque a programação da TV aberta não presta. 4 - Louvado seja quem impediu a Sky de ter o sinal da Band, vou mandar flores e cartão a este anjo protetor. 5 - Se é para fazer mal feito, o maior bem é não fazer. Inocentes são poupados, assim. 6 - Se tudo o mais der errado, Carlos Moreira pode iniciar um projeto de levar alguém à Lua. Talvez funcione melhor.
Vi um pedaço, no site "Rapadura", daquilo que alguns teimarão em chamar de programa de televisão. Engraçado, sempre achei que Márcio Passos tivesse um grau de carinho e companheirismo para com Carlos Moreira. Ter postado a fração do "programa" deixou-me com sérias dúvidas a respeito. Às vezes, o melhor que podemos fazer por um amigo é não incentivar seus passos equivocados.
Vou resumir: dura três meses com o formato da coisa tosca que vi, se algum milagre resolver acontecer. E se uma hecatombe de proporções gigantescas resolver dar as caras, talvez dure seis meses.
O que importa realmente é: sem aporte financeiro urgente e vultoso, nem o carisma de Carlos Moreira nem a devoção de seus admiradores mais fervorosos será capaz de manter o bagre engraxado no ar.
Primeiro porque telespectador nenhum, em nossos dias atuais, resiste às gargalhadas enquanto observa tapumes de plástico e ripas aparentes em qualquer cenário. Segundo porque o telespectador espera por um cenário, a bem da verdade. Terceiro porque uma fórmula de programa que deu certo nos anos 70 e 80 não dará certo agora. Nem o programa Apolo, que levou o homem à Lua, está dando certo em sua reedição por parte dos Estados Unidos. Os tempos são outros.
Torço para que aquele aporte de recursos aconteça. Não para que uma fórmula velha seja requentada ao ponto de fazer sucesso. Fará nenhum. Mas para que o mico não se transforme em um gorila para ser pago. E porque pessoas de bem estão envolvidas no processo de criação e veiculação do Troll. Elas não merecem a saia justa.
Agenda Oculta? Várias. 1 - Ainda bem que não vejo TV com frequencia. 2 - Melhor ainda não ver a TV aberta há tempos, a programação não presta. 3 - Agora sei porque a programação da TV aberta não presta. 4 - Louvado seja quem impediu a Sky de ter o sinal da Band, vou mandar flores e cartão a este anjo protetor. 5 - Se é para fazer mal feito, o maior bem é não fazer. Inocentes são poupados, assim. 6 - Se tudo o mais der errado, Carlos Moreira pode iniciar um projeto de levar alguém à Lua. Talvez funcione melhor.
Lá vamos nós de novo
Li no blog drops de sanidade do amigo Célio Lima e resolovi postar, concordando plenamente com suas colocações.
Chegaram as chuvas. Como vem fazendo desde os tempos de nossos avós, é por esta época do ano que chegam. A diferença, este ano, é o fator Cozinheiro Lacaio. Ele é o Pinóquio, portanto não pode pensar por conta própria. Como boneco de ventríloquo, ouve o som sair de sua boca, sem precisar entender pataca alguma.
Até Março, teremos que conviver com a cantilena dos buracos. Se for contratada uma empresa para o trabalho de reparação, conviveremos com a cantilena da licitação fraudada, talvez com CPI. E tem mais:
A iluminação de Natal? Fraude!
Não haverá iluminação de Natal? Incompetência!
Desmoronamento de barrancos? Má gestão!
Os barrancos não desmoronam? Sorte...
Os pobres não terão bolsa-presente? Má vontade!
Eles terão um fim de ano digno? Corrupção, com certeza!
Cada cidade tem os cretinos que merece. Longe de afirmar que sejam todos os adversários sempre imbecis, afirmo que usam sua instrução para provar, a cada dia que passa, porque a eleição foi perdida.
E não me venham com chorumelas de que foi por 1%. Vivi alguns momentos nas madrugadas de campanha para entender que, se não houvesse intensa fiscalização, o grupelho gritante teria "vencido" o pleito com uma margem astronômica de votos. Chorem na cama que é lugar macio e quente.
Quanto à chuva, não há poder humano que a impeça de cair agora e nos próximos meses. Quanto aos buracos, sugiro que o grupinho pule dentro deles e de lá não saia tão cedo. Se for possível, permaneça dentro deles mesmo quando forem cobertos e tampados, assim o município terá alguma chance de caminhar em direção ao futuro.
Claro que, respeitando as naturais divergências, prefiro que opositores apresentem soluções, projetos, caminhos a ser trilhados. Pedir à população que aguarde quatro anos para apresentar estes projetos e soluções é cretinice.
Agenda Oculta? Lembrei, estamos falando de cretinos, mesmo!
Chegaram as chuvas. Como vem fazendo desde os tempos de nossos avós, é por esta época do ano que chegam. A diferença, este ano, é o fator Cozinheiro Lacaio. Ele é o Pinóquio, portanto não pode pensar por conta própria. Como boneco de ventríloquo, ouve o som sair de sua boca, sem precisar entender pataca alguma.
Até Março, teremos que conviver com a cantilena dos buracos. Se for contratada uma empresa para o trabalho de reparação, conviveremos com a cantilena da licitação fraudada, talvez com CPI. E tem mais:
A iluminação de Natal? Fraude!
Não haverá iluminação de Natal? Incompetência!
Desmoronamento de barrancos? Má gestão!
Os barrancos não desmoronam? Sorte...
Os pobres não terão bolsa-presente? Má vontade!
Eles terão um fim de ano digno? Corrupção, com certeza!
Cada cidade tem os cretinos que merece. Longe de afirmar que sejam todos os adversários sempre imbecis, afirmo que usam sua instrução para provar, a cada dia que passa, porque a eleição foi perdida.
E não me venham com chorumelas de que foi por 1%. Vivi alguns momentos nas madrugadas de campanha para entender que, se não houvesse intensa fiscalização, o grupelho gritante teria "vencido" o pleito com uma margem astronômica de votos. Chorem na cama que é lugar macio e quente.
Quanto à chuva, não há poder humano que a impeça de cair agora e nos próximos meses. Quanto aos buracos, sugiro que o grupinho pule dentro deles e de lá não saia tão cedo. Se for possível, permaneça dentro deles mesmo quando forem cobertos e tampados, assim o município terá alguma chance de caminhar em direção ao futuro.
Claro que, respeitando as naturais divergências, prefiro que opositores apresentem soluções, projetos, caminhos a ser trilhados. Pedir à população que aguarde quatro anos para apresentar estes projetos e soluções é cretinice.
Agenda Oculta? Lembrei, estamos falando de cretinos, mesmo!
RIDÍCULO!
li no blog pitaculo- dito o feito do meu amigo Werton santos e resolvi postar.
Simplesmente ridículo o programa de tv do Carlos Moreira que foi ao ar no último domingo na BAND MINAS. Não entendo como conseguiram fazer algo tão tosco, e o pior foi ter coragem de levar ao ar algo tão ridículo!
Será que eles nunca ouviram falar em programa piloto? Quando que inúmeros programas são gravados, editados e exibidos para um grupo de críticos e a partir daí constroem um programa minimamente aceitável para exibição ao público alvo?
Quando ouvi falar da empreitada do ex-prefeito Carlos Moreira, pensei que seria um programa de entrevistas, quando o apresentador teria como convidados personalidades da política regional, líderes comunitários, dirigentes de associações, etc. Desta forma o candidato Carlos Moreira estaria apresentando ao público ter avançado como comunicador e político.
No entanto, o cara deu tiro no pé. Tentou um programa de auditório que exige profissionais experientes, pelo menos na direção. Não é para aventureiros. Se ele tem acessoria, deve demiti-la e contratar nova equipe urgente. Pode começar pela equipe de edição, que deixou passar inúmeros erros. Se o programa fosse ao vivo tudo bem, mas programa gravado recebe antes o devido tratamento antes de ir ao ar. Deixaram passar inúmeras falhas na fala do apresentador. Sem falar do cenário horroroso, com banner plástico e tudo mais, além do péssimo visual do apresentador, a barriga estava caindo, nem um terno deram pro cara!
Fico por aqui. Se quiser experimentar e rir um pouco, pesquise no You Tube: minas mostra minas, e veja o que te espera.
Simplesmente ridículo o programa de tv do Carlos Moreira que foi ao ar no último domingo na BAND MINAS. Não entendo como conseguiram fazer algo tão tosco, e o pior foi ter coragem de levar ao ar algo tão ridículo!
Será que eles nunca ouviram falar em programa piloto? Quando que inúmeros programas são gravados, editados e exibidos para um grupo de críticos e a partir daí constroem um programa minimamente aceitável para exibição ao público alvo?
Quando ouvi falar da empreitada do ex-prefeito Carlos Moreira, pensei que seria um programa de entrevistas, quando o apresentador teria como convidados personalidades da política regional, líderes comunitários, dirigentes de associações, etc. Desta forma o candidato Carlos Moreira estaria apresentando ao público ter avançado como comunicador e político.
No entanto, o cara deu tiro no pé. Tentou um programa de auditório que exige profissionais experientes, pelo menos na direção. Não é para aventureiros. Se ele tem acessoria, deve demiti-la e contratar nova equipe urgente. Pode começar pela equipe de edição, que deixou passar inúmeros erros. Se o programa fosse ao vivo tudo bem, mas programa gravado recebe antes o devido tratamento antes de ir ao ar. Deixaram passar inúmeras falhas na fala do apresentador. Sem falar do cenário horroroso, com banner plástico e tudo mais, além do péssimo visual do apresentador, a barriga estava caindo, nem um terno deram pro cara!
Fico por aqui. Se quiser experimentar e rir um pouco, pesquise no You Tube: minas mostra minas, e veja o que te espera.
Pedido de descupas
Peço desculpas aos seguidores do canal aberto,por não ter feito postagens do dia 04/11 pra frente, por problemas de saúde na família. Entretanto tudo se normaliza a partir de hoje.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
CONTOS DA CAROCHINHA
Li no blog bazar turco e cozinha industrial do Thiago Moreira, uma lista contendo nome de Deputados Estaduais e Federais que são candidatos da região, que mais gastam com publicidade, mas ele só esqueceu de mencionar que eles recebem esta verba unicamente para gastar com publicidade, doravante a isto este senhor cita o nome do Deputado Federal Rodrigo de Castro – PSDB, como o único Deputado que não gastou com publicidade,. Entretanto se esqueceu de dizer que o nome deste Deputado apareceu no escândalo do “Mensalão”, juntamente com o nome do Deputado Estadual Mauri Torres, isto Thiago sei Lá o que não coloca em seu blog, esconde os escândalos do seu patrão, tornado-se mais uma vez lacaio, marionete, fantoche, no mais tudo que este senhor turco escreve é conto da carochinha. Senhor Thiago, vamos por favor moralizar o jornalismo na cidade, pois nossa profissão está meio desmoralizada por causa de profissionais como vossa senhoria, vamos deixar de ser sensacionalistas e trabalhar com a verdade, use o potencial que o senhor tem para trabalhar com ética e respeito pelas pessoas, ou então pode continuar a contar estórias infantis ou armando situações para denegrir a imagem de pessoas de bem.
Breno Fraga -Jornalista e Radialista, Secretário de Comunicação do PV,e Presidente da ASSODIMON, sugestões podem ser feitas através do email: brenofraga2@hotmail.com, acesse e dê a sua opinião.
Breno Fraga -Jornalista e Radialista, Secretário de Comunicação do PV,e Presidente da ASSODIMON, sugestões podem ser feitas através do email: brenofraga2@hotmail.com, acesse e dê a sua opinião.
Moralll!
No que se refere à capacidade de argumentação, parece haver consenso quanto ao fato de a humanidade se dividir em dois grandes grupos distintos: o dos que sabem e o dos que não sabem discutir. Reparem, no entanto, que esse talento ou, se preferirem, esse “dom”, em nada se relaciona a ter ou estar com a razão; a bem da verdade, desenvolver a referida aptidão costuma ser a estratégia adotada por quem tem hábito de entrar em bate-bocas desprovido de munição apropriada para defender seu ponto de vista, e, por isso, apela.
Pois se é a racionalidade o principal aspecto que difere o homem de todas as outras espécies, o que, em tese, nos desobriga de resolver disputas pela imposição da força física (embora muitos nem sempre se dêem conta disso), a incapacidade ou a impossibilidade de aplicá-la sobre questões do cotidiano é justo o que nos aproxima da porção animal. Afinal, existe algo mais enlouquecedor do que sair de um debate com a desconfiança de ter sido derrotado por ironia ou frase de efeito?
Porque, na prática, o que se leva de uma discussão não é a quantidade ou a qualidade dos argumentos proferidos, mas sim a lembrança de como ela terminou. Pouco importa o sujeito passar 10, 15 minutos enfileirando os motivos que lhe concedam toda razão do mundo sobre o tema abordado; se no final da pendenga, mesmo em desvantagem, a outra parte encaixar um daqueles golpes fatais em forma de sentença – desses para os quais não há forma de se precaver – toda falácia terá sido em vão.
Eu, por exemplo, pertenço ao que poderia ser denominada uma subdivisão da categoria dos que não sabem discutir. Estou entre os que formulam a resposta perfeita, mas alguns minutos depois do momento propício para dá-la. Sobretudo na infância, foram muitas as vezes em que a réplica para frases iniciadas por “e você que….” ou “mas eu pelo menos…” só veio a caminho de casa ou na manhã seguinte ao quiprocó, quando era tarde demais para se beneficiar de seu efeito arrasador. Para os que sofrem desse mal não há outro remédio senão apenas imaginar a sensação de vingança, a reação estupefata do oponente e a aclamação pública junto aos ocasionais espectadores.
Cá entre nós, agora que o dia das crianças já passou, podemos reconhecer a capacidade singular que elas em geral possuem para destruírem seus similares. É no pátio da escola, portanto, onde se encontram as melhores chances que qualquer pessoa terá para aprender a… pensar rápido. Pressionado pelo risco de tomar na frente da turma um “morallll”, “toma-te”, “créu” ou qualquer outra dessas temíveis interjeições, somos submetidos ao penoso porém necessário exercício do confrontamento.
A partir daí cada um escolhe – ou aceita – o tipo de discutidor que virá a se tornar. O mais interessante nessa história toda é que não se conhece o grau de habilidade de quem quer que seja a menos que se instaure uma situação de atrito. Trocando em miúdos, há sempre a possibilidade do ser amado se revelar um legítimo patife na hora do vamos ver. Pelo sim pelo não, a título de precaução, recomenda-se ao vereador Zezinho Despachante a ter mais cuidado com o Decoro Parlamentar, e mais respeito com os colegas vereadores, sejam eles de qualquer legenda, são representantes da população e merecem respeito.Preste atenção na sua vida política e trabalhe com seriedade, quem sabe assim não precisará mais proferir palavras de baixo calão contra colegas. Entretanto lembro a Vossa Excelência que o Brasil é um País democrático e cada um expressa a vontade política que tem, mas não podemos confundir democracia com libertinagem, e sair por aí proferindo ofensas pessoais as pessoas. Que isto te sirva de lição, pense, reflita, e aprenda.
Breno Fraga -Jornalista e Radialista, Secretário de Comunicação do PV,e Presidente da ASSODIMON, sugestões podem ser feitas através do email: brenofraga2@hotmail.com, acesse e dê a sua opinião.
Pois se é a racionalidade o principal aspecto que difere o homem de todas as outras espécies, o que, em tese, nos desobriga de resolver disputas pela imposição da força física (embora muitos nem sempre se dêem conta disso), a incapacidade ou a impossibilidade de aplicá-la sobre questões do cotidiano é justo o que nos aproxima da porção animal. Afinal, existe algo mais enlouquecedor do que sair de um debate com a desconfiança de ter sido derrotado por ironia ou frase de efeito?
Porque, na prática, o que se leva de uma discussão não é a quantidade ou a qualidade dos argumentos proferidos, mas sim a lembrança de como ela terminou. Pouco importa o sujeito passar 10, 15 minutos enfileirando os motivos que lhe concedam toda razão do mundo sobre o tema abordado; se no final da pendenga, mesmo em desvantagem, a outra parte encaixar um daqueles golpes fatais em forma de sentença – desses para os quais não há forma de se precaver – toda falácia terá sido em vão.
Eu, por exemplo, pertenço ao que poderia ser denominada uma subdivisão da categoria dos que não sabem discutir. Estou entre os que formulam a resposta perfeita, mas alguns minutos depois do momento propício para dá-la. Sobretudo na infância, foram muitas as vezes em que a réplica para frases iniciadas por “e você que….” ou “mas eu pelo menos…” só veio a caminho de casa ou na manhã seguinte ao quiprocó, quando era tarde demais para se beneficiar de seu efeito arrasador. Para os que sofrem desse mal não há outro remédio senão apenas imaginar a sensação de vingança, a reação estupefata do oponente e a aclamação pública junto aos ocasionais espectadores.
Cá entre nós, agora que o dia das crianças já passou, podemos reconhecer a capacidade singular que elas em geral possuem para destruírem seus similares. É no pátio da escola, portanto, onde se encontram as melhores chances que qualquer pessoa terá para aprender a… pensar rápido. Pressionado pelo risco de tomar na frente da turma um “morallll”, “toma-te”, “créu” ou qualquer outra dessas temíveis interjeições, somos submetidos ao penoso porém necessário exercício do confrontamento.
A partir daí cada um escolhe – ou aceita – o tipo de discutidor que virá a se tornar. O mais interessante nessa história toda é que não se conhece o grau de habilidade de quem quer que seja a menos que se instaure uma situação de atrito. Trocando em miúdos, há sempre a possibilidade do ser amado se revelar um legítimo patife na hora do vamos ver. Pelo sim pelo não, a título de precaução, recomenda-se ao vereador Zezinho Despachante a ter mais cuidado com o Decoro Parlamentar, e mais respeito com os colegas vereadores, sejam eles de qualquer legenda, são representantes da população e merecem respeito.Preste atenção na sua vida política e trabalhe com seriedade, quem sabe assim não precisará mais proferir palavras de baixo calão contra colegas. Entretanto lembro a Vossa Excelência que o Brasil é um País democrático e cada um expressa a vontade política que tem, mas não podemos confundir democracia com libertinagem, e sair por aí proferindo ofensas pessoais as pessoas. Que isto te sirva de lição, pense, reflita, e aprenda.
Breno Fraga -Jornalista e Radialista, Secretário de Comunicação do PV,e Presidente da ASSODIMON, sugestões podem ser feitas através do email: brenofraga2@hotmail.com, acesse e dê a sua opinião.
Na pauta, foro privilegiado
Está pronto para entrar na pauta de votações da Câmara um projeto que vai provocar intenso debate pois divide opiniões nos três poderes - no Executivo, no Legislativo e no Judiciário: é o que acaba com o chamada prerrogativa de foro ou com o foro privilegiado. Ou seja, se aprovado, os deputados e senadores e autoridades como presidente da República e governadores deixarão de ter a prerrogativa de responder a processos no Supremo Tribunal Federal e passarão a responder perante à Justiça de primeira instância, com direito a recursos às instâncias superiores, até chegar ao STF.
Há argumentos para os dois lados: quem é a favor de os parlamentares responderem a processos apenas perante o STF chama o instrumento de “prerrogativa de foro” e aponta como argumento o risco de o parlmentar ficar sujeito ao humor do juiz de sua paróquia - ,onde as lutas políticas são mais acirradas, e, por isso, com menor isenção. Ou também que os processos ficarão mais longos pois permitem vários recursos às instâncias superiores.
Quem é contra a idéia já a chama de “foro privilegiado” - o que passa a idéia de distinção em favor dos parlamentares. Neste caso o principal argumento é o de que o mandato deve assegurar apenas o direito de opinão - e a imunidade não deve prevalecer para crimes comuns.
Na forma como a lei estabelece, hoje, parlamentares e autoridades do Executivo respondem por qualquer crime perante o STF.
O tema divide até no STF. O ministro Gilmar Mendes é a favor de manter a prerrogativa de foro e tem se movimentado para que o Congresso não mude a legislação. Já falou sobre o assunto até com o presidente Lula, destacando que ele próprio correria o risco de ficar sujeito à iniciativas de juízes de primeira instância. Já Celso de Mello acha defende o fim da prerrogativa de foro alegando que não há cidadão especial na República e que o Brasil viveu 145 anos sem o foro privilegiado e isso não comprometeu a independência dos parlamentares no período.//
No Congresso, é grande o interesse pelo assunto. Há 104 ações penais relativas a parlamentares tramitando no STF. Entre elas, os 39 casos do chamado mensalão - que está prestes a ser julgado. Se o projeto for aprovado, os processos de parlamentares voltarão à primeira instância. Ou seja, haveria um atraso considerável no julgamento destes casos.
Os partidos também se dividem sobre o foro privilegiado. O PT vai defender o fim do foro privilegiado. O argumetno do líder Cândido Vaccarezza é o de que a imunidade deve ser restrita à opinião. Já o PSDB pretende encaminhar contra a emenda constitucional. O líder José Aníbal diz que a proposta deve ser rejeitada porque tem “interessse específico”, que seria beneficiar os chamados mensaleiros.
Há argumentos para os dois lados: quem é a favor de os parlamentares responderem a processos apenas perante o STF chama o instrumento de “prerrogativa de foro” e aponta como argumento o risco de o parlmentar ficar sujeito ao humor do juiz de sua paróquia - ,onde as lutas políticas são mais acirradas, e, por isso, com menor isenção. Ou também que os processos ficarão mais longos pois permitem vários recursos às instâncias superiores.
Quem é contra a idéia já a chama de “foro privilegiado” - o que passa a idéia de distinção em favor dos parlamentares. Neste caso o principal argumento é o de que o mandato deve assegurar apenas o direito de opinão - e a imunidade não deve prevalecer para crimes comuns.
Na forma como a lei estabelece, hoje, parlamentares e autoridades do Executivo respondem por qualquer crime perante o STF.
O tema divide até no STF. O ministro Gilmar Mendes é a favor de manter a prerrogativa de foro e tem se movimentado para que o Congresso não mude a legislação. Já falou sobre o assunto até com o presidente Lula, destacando que ele próprio correria o risco de ficar sujeito à iniciativas de juízes de primeira instância. Já Celso de Mello acha defende o fim da prerrogativa de foro alegando que não há cidadão especial na República e que o Brasil viveu 145 anos sem o foro privilegiado e isso não comprometeu a independência dos parlamentares no período.//
No Congresso, é grande o interesse pelo assunto. Há 104 ações penais relativas a parlamentares tramitando no STF. Entre elas, os 39 casos do chamado mensalão - que está prestes a ser julgado. Se o projeto for aprovado, os processos de parlamentares voltarão à primeira instância. Ou seja, haveria um atraso considerável no julgamento destes casos.
Os partidos também se dividem sobre o foro privilegiado. O PT vai defender o fim do foro privilegiado. O argumetno do líder Cândido Vaccarezza é o de que a imunidade deve ser restrita à opinião. Já o PSDB pretende encaminhar contra a emenda constitucional. O líder José Aníbal diz que a proposta deve ser rejeitada porque tem “interessse específico”, que seria beneficiar os chamados mensaleiros.
Medicamentos vão ganhar sistema de segurança contra falsificações
Embalagens de remédios serão rastreadas desde a fábrica.
Consumidor poderá acessar informações do produto.
Os medicamentos vendidos no Brasil vão ganhar um sistema de segurança contra falsificações. A tecnologia vai permitir rastrear por onde os remédios passaram até chegar ao consumidor.
O sistema será similar ao usado em alguns supermercados, em que frutas e verduras têm um número, uma espécie de RG, com o qual o consumidor pode checar na internet onde foram produzidos.
Na indústria química, a preocupação é evitar falsificações e contrabando. Um lacre com uma etiqueta antifraude, que tem selo holográfico e código de barras, é a aposta para reverter perdas de US$ 20 milhões ao ano.
Com um leitor ótico, é possível saber se o produto é autêntico e quando e onde foi fabricado.
"Esse cliente tem a segurança de saber que aquele produto foi produzido pelo fabricante original, para que ele não seja alvo de comprar um produto falsificado, um produto roubado", diz Eduardo Leluc, diretor de uma indústria química.
A indústria farmacêutica também confia nesse sistema para acabar com o comércio ilegal. No primeiro semestre deste ano, foram apreendidas 316 toneladas de medicamentos falsificados, sete vezes o que se recolheu no mesmo período de 2008 (45,5 toneladas).
A partir de janeiro, todos os medicamentos fabricados no país também poderão ser rastreados pelo consumidor para evitar a falsificação. As mais de 2 bilhões de embalagens produzidas por ano terão que sair da indústria com uma identificação, um código único, que vai permitir localizar o medicamento e revelar o caminho percorrido por ele.
Na primeira fase, as fábricas, distribuidores e farmácias terão que instalar o sistema de rastreamento. Cada vez que o remédio trocar de mãos, a mudança fica registrada em um banco de dados administrado pelo governo. Se o consumidor desconfiar que comprou um remédio falsificado, poderá tirar a dúvida rapidamente.
A mudança vai exigir investimento das empresas e o governo avisou que não vai permitir repasses ao consumidor.
Um fabricante apoia a medida, mas teme não se adaptar a tempo porque a Vigilância Sanitária não definiu a tecnologia que será usada.
"Nossos fornecedores não têm capacidade instalada pra fazer o atendimento de todas as indústrias em um tempo curto que a Anvisa está determinando", diz Márcio Valentim, engenheiro de produção.
Em 2012, o sistema vai identificar também o médico que receitou o remédio e o paciente que o comprou. A Anvisa diz que haverá um sistema seguro para garantir o sigilo de médicos e pacientes e que trabalha dentro do prazo para regulamentar a lei.
Consumidor poderá acessar informações do produto.
Os medicamentos vendidos no Brasil vão ganhar um sistema de segurança contra falsificações. A tecnologia vai permitir rastrear por onde os remédios passaram até chegar ao consumidor.
O sistema será similar ao usado em alguns supermercados, em que frutas e verduras têm um número, uma espécie de RG, com o qual o consumidor pode checar na internet onde foram produzidos.
Na indústria química, a preocupação é evitar falsificações e contrabando. Um lacre com uma etiqueta antifraude, que tem selo holográfico e código de barras, é a aposta para reverter perdas de US$ 20 milhões ao ano.
Com um leitor ótico, é possível saber se o produto é autêntico e quando e onde foi fabricado.
"Esse cliente tem a segurança de saber que aquele produto foi produzido pelo fabricante original, para que ele não seja alvo de comprar um produto falsificado, um produto roubado", diz Eduardo Leluc, diretor de uma indústria química.
A indústria farmacêutica também confia nesse sistema para acabar com o comércio ilegal. No primeiro semestre deste ano, foram apreendidas 316 toneladas de medicamentos falsificados, sete vezes o que se recolheu no mesmo período de 2008 (45,5 toneladas).
A partir de janeiro, todos os medicamentos fabricados no país também poderão ser rastreados pelo consumidor para evitar a falsificação. As mais de 2 bilhões de embalagens produzidas por ano terão que sair da indústria com uma identificação, um código único, que vai permitir localizar o medicamento e revelar o caminho percorrido por ele.
Na primeira fase, as fábricas, distribuidores e farmácias terão que instalar o sistema de rastreamento. Cada vez que o remédio trocar de mãos, a mudança fica registrada em um banco de dados administrado pelo governo. Se o consumidor desconfiar que comprou um remédio falsificado, poderá tirar a dúvida rapidamente.
A mudança vai exigir investimento das empresas e o governo avisou que não vai permitir repasses ao consumidor.
Um fabricante apoia a medida, mas teme não se adaptar a tempo porque a Vigilância Sanitária não definiu a tecnologia que será usada.
"Nossos fornecedores não têm capacidade instalada pra fazer o atendimento de todas as indústrias em um tempo curto que a Anvisa está determinando", diz Márcio Valentim, engenheiro de produção.
Em 2012, o sistema vai identificar também o médico que receitou o remédio e o paciente que o comprou. A Anvisa diz que haverá um sistema seguro para garantir o sigilo de médicos e pacientes e que trabalha dentro do prazo para regulamentar a lei.
emBAIXADOR ZEZINHO DESPACHANTE
Li no blog do amigo Werton Santos ( Pitaculo-Dito o Feito) e resolvi postar!
A experiência do Zezinho Despachante tem agregado valor ao legislavivo municipal em João Monlevade. Oposicionista ferrenho, não apresenta propostas, resume seu trabalho em ser do contra. Protagonizante recente de cenas de baixaria na Câmara Municipal de João Monlevade pela semana passada, ele mostra o que um vereador jamais deve fazer : ser mal educado, desrespeitando os demais companheiros e a povo.
Só nos resta promover o Zezinho Despachante a emBAIXADOR do legislativo de Monlevade.
Postado por WERTON
A experiência do Zezinho Despachante tem agregado valor ao legislavivo municipal em João Monlevade. Oposicionista ferrenho, não apresenta propostas, resume seu trabalho em ser do contra. Protagonizante recente de cenas de baixaria na Câmara Municipal de João Monlevade pela semana passada, ele mostra o que um vereador jamais deve fazer : ser mal educado, desrespeitando os demais companheiros e a povo.
Só nos resta promover o Zezinho Despachante a emBAIXADOR do legislativo de Monlevade.
Postado por WERTON
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